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Start up portuguesa quer ajudar no diagnóstico precoce das doenças neurodegenerativas

05 Fev. 2018

Trazer precisão a nível de diagnóstico às doenças neurodegenerativas de difícil de diagnóstico é a principal ambição da NeuroPsyCad. Através da análise de imagens por ressonância magnética e de algoritmos de inteligência artificial, a start up portuguesa, cujo CEO é o Prof. Doutor Hugo Ferreira, funciona como um suporte de diagnóstico da doença de Alzheimer e de Parkinson.

As doenças neurodegenerativas são difíceis de detetar na fase inicial. Mas esta startup, através de um relatório de análise de imagem por ressonância magnética, que faz recurso de algoritmos de inteligência artificial e que compara um conjunto de dados normativos e imagiológicos com os dados do paciente consegue saber qual a probabilidade de ter um determinado diagnóstico. Caso os exames tenham sido inconclusivos, os médicos podem enviar os dados para um servidor da NeuroPsyCAD, que apresenta agora soluções mais viáveis.

A start up portuguesa participou na Web Summit e pretende criar uma base de dados de situações e, através de algoritmos, aprender as diferenças entre vários diagnósticos. Para além das doenças neurodegenerativas, os fundadores da NeuroPsyCAD, pretendem estender a análise às doenças psiquiátricas, como a esquizofrenia e autismo.

 

 

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